As redes sociais tornaram-se ferramentas importantes para a comunicação. Porém não são apenas um canal de relacionamentos para se conectar com amigos e compartilhar fotos, mas também um meio de trabalho precioso para os jornalistas. O relacionamento com fontes, a distribuição de conteúdo e a velocidade da informação são alguns benefícios que as redes vêm proporcionando no campo jornalístico.

Sim, os tempos mudaram e com ele a forma de trabalho na produção de conteúdo dentro das redações e nas assessorias de imprensa. A comunicação avançou junto com a tecnologia possibilitando inúmeros recursos para geração de notícias. Em paralelo, o acesso à informação colaborou para a qualidade e agilidade das apurações – claro, sempre com muito critério e atenção.

O jornalista tornou-se mais próximos dos leitores e a interação com eles colabora com o dia a dia das redações. Já é comum grandes veículos de comunicação possuírem páginas nas redes sociais como Twitter e Facebook, e agora contas no Whatsapp, como forma de jornalismo colaborativo.

As agências de comunicação corporativa têm sido muito procuradas nos últimos tempos por organizações interessadas em se posicionarem nas mídias sociais. O papel do assessor de comunicação é desenvolver uma linguagem adaptada para essa mídia, além de formar um canal entre a empresa cliente e o seu público alvo. Também é função do assessor planejar ações que contribuam para a reputação positiva da empresa/instituição.

Portanto, deve-se desmistificar que as redes sociais são apenas um meio de entretenimento. Ela possui papel fundamental para o jornalismo e para a produção de conteúdo. E apesar de novo, já mostra sinais expressivos de alcance de público, além de compartilhamento de conteúdo.

Por Daniely Medeiros

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