Por Karla Pimentel

Uma boa história é o que todo o repórter busca, desde o começo dos tempos, na Era Gutenberg, até os dias atuais, na complexidade digital. E apesar de muitas coisas terem mudado de lá para cá, talvez uma nunca mude: o valor dado a boas histórias (e de preferência exclusivas).

Então, se você deseja emplacar o seu cliente na mídia tradicional ou nos recentes, diversos e até inexplorados espaços digitais, é bom começar a se perguntar: Você tem uma boa história?

Como já vimos aqui no blog, no marketing, a capacidade de contar histórias com o objetivo de encantar e estreitar relações entre uma marca e seu consumidor final chama-se storytelling.

No jornalismo, cada vez mais se percebe a utilização de pessoas e suas histórias para ilustrar fatos, apontar dados e inspirar mudanças. A razão disso é aproximar a informação do público, criando canais de interação cada vez mais estreitos entre o veículo e o leitor/telespectador/ouvinte.

Mostrar personagens e contar suas histórias faz com que as pessoas se identifiquem com o que está sendo apresentado, se emocionem, se sintam inspiradas e, quem sabe, promovam ações e atitudes que possam gerar mudanças tanto individuais quanto sociais. É muito mais fácil captar a mensagem se ela parte de pessoas que tiveram experiências, que vivenciaram a história que está sendo contada.

Na assessoria de imprensa, se quero destacar a relevância de fazer um curso promovido por um cliente, por exemplo, minha ferramenta para isso pode ser o depoimento de alguém que tenha experimentado a capacitação e aproveitou positivamente as consequências de tê-la feito. Se preciso divulgar informações apontadas por uma pesquisa, quer melhor maneira de fazer isso do que mostrando o impacto dos dados apurados da vida de alguém ou de um grupo de pessoas?

Busque, portanto, cases que ilustrem a proposta de divulgar seu cliente, que possam inspirar seu público-alvo com narrativas de sucesso. Procure boas fontes que falem com clareza e objetividade. Principalmente, personagens que contem suas experiências e as tornem relevantes para as pessoas. É isso que a imprensa quer: histórias de gente que mexam com gente, que motivem, que emocionem, que impulsionem atitudes positivas.

Comunicação é a ciência que cuida das interações entre as pessoas por meio do compartilhamento de informações. Comunicar é participar de algo, partilhar, tornar comum. Comunicação só é eficaz se o emissor da mensagem consegue atingir plenamente o receptor. Portanto, personificar, contar e compartilhar histórias e experiências pode ser o melhor método para cativar a audiência. Como bom assessor, forneça boas fontes e narrativas inspiradoras para a imprensa contar. Jornalista, público e, especialmente, seu cliente agradecem. O resultado desejado será alcançado com sucesso e trará retornos.

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